FLAMENGO/RJ x VITÓRIA/BA

Clique na Partida para ter mais Informações de Transmissão

DATA: 19/07/2008 às 18:20
ESTÁDIO: OLÍMPICO/PORTO ALEGRE
GRÊMIO/RS x CRUZEIRO/MG

DATA: 19/07/2008 às 18:20
ESTÁDIO: MARACANÃ/RIO DE JANEIRO
FLUMINENSE/RJ x FIGUEIRENSE/SC

DATA: 19/07/2008 às 18:20
ESTÁDIO: IPATINGÃO/IPATINGA
IPATINGA/MG x PORTUGUESA/SP

DATA: 20/07/2008 às 16:00
ESTÁDIO: KYOCERA ARENA/CURITIBA
ATLÉTICO/PR x VASCO/RJ

DATA: 20/07/2008 às 16:00
ESTÁDIO: SERRA DOURADA/GOIÂNIA
GOIÁS/GO x PALMEIRAS/SP

DATA: 20/07/2008 às 16:00
ESTÁDIO: AFLITOS/RECIFE
NÁUTICO/PE x INTERNACIONAL/RS

DATA: 20/07/2008 às 16:00
ESTÁDIO: VILA BELMIRO/SANTOS
SANTOS/SP x SPORT/PE

DATA: 20/07/2008 às 18:10
ESTÁDIO: MINEIRÃO/BELO HORIZONTE
ATLÉTICO/MG x CORITIBA/PR

DATA: 20/07/2008 às 18:10
ESTÁDIO: MORUMBI/SÃO PAULO
SÃO PAULO/SP x BOTAFOGO/RJ

DATA: 20/07/2008 às 18:10
ESTÁDIO: MARACANÃ/RIO DE JANEIRO
FLAMENGO/RJ x VITÓRIA/BA

Junior Lança Grife de Camisas!

Leovegildo Lins Gama Júnior - Júnior

Leovegildo Lins Gama Júnior, o famoso Júnior, foi um dos grandes jogadores com carreira no Flamengo.Ele ficou no time até 85, quando foi vendido para o Pescara, na Itália, e, depois, para o Torino, no mesmo país. Em 91, já com 38 anos, o craque voltou para a Gávea e venceu o campeonato estadual liderando uma equipe jovem e pouco experiente. Foi dele também grande parte da responsabilidade pelo quinto título brasileiro (1992) do time rubro-negro, o primeiro sem a participação de Zico.

No mesmo ano, Júnior completou a incrível marca de 800 jogos defendendo a camisa do Flamengo, número que dificilmente será ultrapassado. O “Vovô”, como ficou conhecido na segunda fase em que esteve no time rubro-negro, viveu muitos dias de glória no clube, sendo campeão estadual várias vezes, quatro vezes campeão brasileiro, campeão da Libertadores e do Mundial Interclubes.

Júnior foi admirado pelos rubro-negros até os últimos dias em que atuou como jogador (38 anos).Fez 74 gols com a camisa rubro-negra. Foi bastante criticado em 96 quando voltou à Gávea para treinar o time.

Junior foi um dos maiores jogadores com carreira no Flamengo. Fez 865 jogos pelo clube, sendo o recordista em jogos vestindo a camisa rubro-negra. Junior já foi volante, lateral-direito, lateral-esquerdo e meio-campista. Ele ficou no time até 1985, quando foi vendido para o Torino, da Itália, e, depois, para o Pescara, do mesmo país.

Em 1989, aos 35 anos e a pedido de seu filho, que nunca o vira jogar pelo Flamengo, Júnior voltou para comandar a equipe rubro-negra nas conquistas da Copa do Brasil em 90, o Campeonato Estadual em 91 e no Brasileiro de 92. Neste último foi um autêntico maestro, de seus pés surgiram os melhores momentos de um time que surpreendeu os rivais na reta final.

O “Vovô-Garoto”, como ficou conhecido na segunda fase em que esteve no time rubro-negro, viveu muitos dias de glória no clube, fazendo 74 gols ao todo com a camisa rubro-negra.

Pela Seleção Brasileira, Junior jogou setenta partidas entre os anos de 1979 e 1992, registrando seis gols. Participou das Copas do Mundo de 1982 e 1986. É considerado o maior lateral esquerdo da Seleção Brasileira depois de Nilton Santos.

Junior encerrou a carreira de jogador em 1993 e no mesmo ano assumiu a função de treinador do time substituindo Evaristo de Macedo ficando no clube até 1994 , retornou ao clube em 1997 no lugar de Joel Santana foi ainda técnico do Corinthians em 2003 mas após 3 rodadas entregou o cargo. em 2004 assumiu a função de gerente de futebol do Flamengo ficando na função até o final daquele ano.

Júnior

Títulos

Flamengo
  • Campeão Carioca em 1974, 1978, 1979, 1979 Especial, 1981 e 1991.
  • Campeão da Copa Libertadores da América em 1981.
  • Campeão Mundial Interclubes em 1981.
  • Campeão Brasileiro em 1980, 1982, 1983, 1987 e 1992.
  • Campeão da Copa do Brasil 1990.
Seleção Brasileira
  • Copa da Amizade 1992
Seleção Brasileira de Beach Soccer
  • Copa América 1994
  • Copa América 1995
  • Campeonato Mundial 1995
  • Copa América 1996
  • Campeonato Mundial 1996
  • Copa América 1997
  • Campeonato Mundial 1997
  • Copa América 1998
  • Campeonato Mundial 1998
  • Copa Mercosul 1998
  • Copa Latina 1998
  • Copa América 1999
  • Campeonato Mundial 1999
  • Copa Mercosul 1999
  • Copa Latina 1999
  • Campeonato Mundial Etapa Brasil da Ligas das Américas 2000
  • Copa do Descobrimento 2000
  • Copa Intercontinental 2001
  • Copa Mercosul 2001
Seleção do Rio de Janeiro de Beach Soccer
  • Campeonato Brasileiro 1998
  • V Desafio Paulistas x Carioca 2000

Prêmios

  • Melhores jogadores dos 100 anos da FIFA (2004)
  • Bola de Ouro Placar (1992)
  • Bola de Prata Placar (1980, 1983, 1984, 1991 e 1992) - Recordista ao lado de Zico, Renato Gaúcho e Rogério Ceni.
  • Melhor Jogador do Campeonato Italiano (1985)

Na Itália

Nos anos em que jogou no Torino, clube italiano, Junior impressionou a Itália com o seu grande futebol. Prova disso é a homenagem que recebeu no centenário do clube.

O precursor do Futebol de Areia

Depois de sua aposentadoria dos campos, Junior partiu para uma grande empreitada: a de alavancar o até então incipiente futebol de areia à condição de esporte reconhecido e sucesso de público. Participou das primeiras grandes conquistas da seleção brasileira neste esporte, tendo depois a companhia de outros grandes craques, como Zico e Cláudio Adão.

Atualmente

Hoje, Junior trabalha como comentarista esportivo dos canais Sportv e PFC ,tendo também sido técnico em três oportunidades: do Flamengo nos anos de 1993-94 e 97 e do Corinthians em 2003.

JUNIOR TAMBÉM LANÇA MODA

O maestro Junior lançou uma marca própria de camisas, exibida no programa ‘Bem, Amigos’.

Zico - O nosso Galinho de Quintino!

Zico

Nome: Arthur Antunes Coimbra
Data de nascimento: 03/03/1953
Títulos
Campeão Carioca (1972, 1974, 1978, 1979, 1981 e 1986),pelo Flamengo
Libertadores da América (1981),pelo Flamengo
Campeão do Mundial Interclubes (1981),pelo Flamengo

Filho caçula de dona Tidinha e seu Antunes, ganhou o nome do seu avô materno. Desde pequeno, quando ainda era apelidado como Arthurzico, o garoto mostrava que a maior paixão de sua vida era a bola de futebol, tanto que passava o dia inteiro disputando peladas nas ruas do subúrbio de onde nasceu. A habilidade e intimidade com a pelota já ficavam explícitas.

Em 1967, resolveu fazer testes nas categorias de base do América, por influência dos irmãos. Mas, o radialista e amigo da família, Celso Garcia, conseguiu autorização de seus pais para levá-lo ao Flamengo. Logo em sua chegada na Gávea, seu pequeno tamanho e o físico franzino causou desconfianças no treinador das categorias de base do clube, Modesto Bria. Bastou Zico atuar dez minutos entre os juniores para perceberem que tratava-se de um menino diferenciado.

Sua estréia como profissional vestindo a camisa do Mengão aconteceu em 1971. Não demorou muito para os torcedores rubro-negros ver em Zico um novo ídolo. Em 1974, o garoto de Quintino se firmou entre os titulares e detentor da camisa 10 do Flamengo. Foi um dos principais responsáveis pela época de ouro do clube, acumulando 22 títulos: nove taças Guanabara, sete Campeonatos Estaduais, quatro Brasileiros, Taça Libertadores da América e Mundial Interclubes, em uma geração que ficou conhecida como “Era Zico”.

Para conseguir independência financeira, Zico se transferiu para a Udinese, da Itália, em 1983. No entanto, a fraqueza do time não dava ao atleta a possibilidade de demonstrar o futebol que havia o consagrado. Dois anos depois, em 1985, o camisa 10 voltava ao Flamengo, para somar à sua biografia um campeonato carioca e o título nacional de 1987.

A despedida do Galinho de Quintino ocorreu em 1989, em uma vitória de 5 x 0 do Flamengo contra o Fluminense, no Estádio Municipal de Juiz de Fora. Os números de Zico com a camisa rubro-negra são impressionantes: fez 727 partidas, marcando um total de 568 gols. Pela seleção brasileira disputou 94 partidas, anotando 68 gols. Disputou com a camisa canarinho as Copas do Mundo de 1978, 1982 e 1986.

Leia Mais sobre a Historia do Zico na nossa Página: “A Era Zico”

Curiosidades, Fotos e Vídeos do Maior Craque Rubro-Negro.

‘Criador das multidões’

Há 100 anos nascia Mário Filho, o ‘Criador das multidões’

Jornalista revolucionou o futebol brasileiro na escrita e na prática e idealizou o desfile das escolas de samba

Leonardo Filipo Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

Mário Filho (direita) ao lado do irmão Nelson Rodrigues: ícones do jornalismo brasileiro

Imagine o futebol sem o Maracanã e a expressão Fla-Flu como um termo esquecido no tempo, que certa vez designou com ironia uma combinado formado pelos dois times. Pense também nas torcidas sem algazarra e o colorido das bandeiras. Ou então no carnaval sem o desfile das escolas de samba. Pois bem. Se não fosse o jornalista Mário Filho (03/06/1908 - 17/09/1966), cujo centenário se celebra nesta terça-feira, estes símbolos da cultura de massa brasileira ou não existiriam ou levariam tempos para surgir.

Do mesmo jeito que transformou o futebol e o carnaval, Mário Filho mudou para sempre a linguagem do jornalismo esportivo brasileiro, primeiro no jornal “A Manhã”, depois na “Crítica”. Os textos rebuscados ganharam a linguagem vibrante das arquibancadas, aproximando os leitores de seus clubes. Jogadores, que até então posavam para as fotos eretos e de terno e gravata passaram a ser clicados em ação.

Em “O Globo”, o jornalista promoveu os jogos da Liga Carioca ao premiar os torcedores mais animados e criativos. As arquibancadas viraram uma grande festa, tomadas por bandeiras, fogos de artifício e bandas carnavalescas.

Quando o desafio da vez era atrair as atenções para a partida entre Flamengo e Flumiense, na Liga Carioca de 1933, o flamenguista não declarado se lembrou de uma seleção carioca formada às pressas, na década de 20, por jogadores dos dois clubes, o que irritou torcedores de outros times. O combinado foi jocosamente batizado de escrete Fla-Flu. Desta vez, a rivalidade entre os dois era eternamente abreviada. O jornalista também lutou pela profissionalização do futebol e semeou o acirramento entre paulistas e cariocas ao incentivar a criação do Torneio Rio-São Paulo, em 1950.

Paralelamente ao jornal “O Globo” o empresário Mário Filho criou um diário próprio, o “Mundo Esportivo”, que durou menos de um ano, mas proporcionou a criação do que anos mais tarde seria conhecido como “Maior espetáculo da Terra”. Sem campeonato para cobrir, um repórter do jornal sugeriu a realização de um concurso entre as escolas de samba da cidade. A partir de 1930 o carnaval nunca mais seria o mesmo.

- Se ele não fizesse, outras pessoas teriam feito depois. Mas meu avô, como um craque que antevê a jogada, era um homem à frente do seu tempo - afirma o jornalista Mário Neto.

Caberia ao irmão, o dramaturgo Nelson Rodrigues (23/08/1912 - 21/12/1980), definir Mário Filho como “o criador das multidões”.

Mário Filho escreveu o clássico da literatura esportiva brasileira

‘O negro no futebol brasileiro‘ contribuiu para a história da sociedade e da cultura brasileiras

Um encontro de gigantes: o jornalista Mário Filho e o maior jogador de todos os tempos, Pelé

Lançado em 1947, “O negro no futebol brasileiro” mantém-se até hoje como o maior clássico da literatura esportiva brasileira. A história da ascensão social do negro no Brasil através do esporte, e a importância deste fato na formação da cultura do país, começou a ser forjado cinco anos antes, quando Mário Filho criou uma coluna em “O Globo” chamada “Da primeira fila”. Através dela, investigava a história do futebol carioca. Como até então jornais, revistas e documentos de clubes excluíam os negros, ele recorreu a entrevistas e conversas com torcedores, jogadores e dirigentes.

Mário Filho detectou em Leônidas da Silva, por exemplo, a síntese do caráter nacional, do talento do negro brasileiro no futebol. O jogador encantava os torcedores através de seus malabarismos e lances brilhantes nos gramados. Com a derrota na Copa de 1950, porém, o racismo voltou. O negro era novamente o atravancador do desenvolvimento da “raça brasileira”. Mário Filho percebeu o alto nível de exigência que os torcedores cultivavam com os jogadores e saiu em defesa deles: “Quando o brasileiro acusou Barbosa, Juvenal e Bigode, acusou-se a si mesmo”.

Em trecho do prefácio do livro, o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre diz que a obra é uma “contribuição valiosa para a história da sociedade e da cultura brasileiras na sua transição da fase predominantemente rural para a predominantemente urbana”.

De acordo com o livro “Com brasileiro, não há quem possa”, de Fátima Antunes, Mário Filho “chegou assim à consciência de que o futebol tinha características de um verdadeiro ritual, ressaltando a força simbólica desse esporte que se consolidava, à época de seus estudos, como esporte de massa”.

Além de “O negro no futebol brasileiro”, Mário Filho escreveu mais nove livros: “Bonecas” (1927), “Copa Rio Branco” (1932), “Histórias do Flamengo” (1934), “Romance do Football” (1949), “Senhorita” (1950), “Copa do Mundo de 62” (1962), “Viagem em torno de Pelé” (1964), “O rosto” (1965) e “Infância de Portinari” (1966).

‘Mário Filho merecia que o velassem multidões imortais’

Frase de Nelson Rodrigues retrata a luta do irmão pela construção do Maracanã, onde, para o dramaturgo, ele deveria ter sido enterrado

Defensor da construção do Maracanã, Mário Filho foi imortalizado: o estádio ganhou o seu nome

Faltavam três anos para a Copa do Mundo de 1950, e o Brasil ainda não tinha um estádio da grandeza da competição. Pacaembu, em São Paulo, e São Januário, no Rio, não chegavam a comportar 40 mil torcedores. Eis que o jornalista Mário Filho entrava em campo para liderar uma campanha entusiástica a favor da construção de um novo estádio na então capital federal.

A obra tornou-se prioridade após uma série de reportagens comandadas pelo jornalista. A questão passou a ser o local. Foi travada uma batalha entre dois lados. Os que defendiam a área abandonada do antigo Derby Club, no Maracanã, liderados por Mário Filho; e os favoráveis ao bairro de Jacarepaguá, cooptados pelo inflamado vereador Carlos Lacerda. Venceu o primeiro, após votação na Câmara dos Vereadores e o apoio da prefeitura.

Aspas

  • Com o Maracanã por túmulo, Mário Filho merecia que o velassem multidões imortais

A criação do projeto se arrastou e a burocracia atravancou o início das obras. Políticos começaram a ir contra o estádio quando Mário Filho divulgou em seu “Jornal dos Sports” uma pesquisa de opinião em que 87% dos entrevistados eram favoráveis ao estádio novo. Finalmente, no dia 2 de agosto, o Maracanã começou a ser erguido por cerca de 200 operários. Após temores de que não houvesse tempo para a conclusão antes da Copa do Mundo, o gigante de 155 mil lugares ficou pronto no dia 12 de junho de 1950, 12 dias antes do início da competição.

- Não fosse o Ari Barroso (comunicador e vereador), Mário Filho e algumas pessoas do “Jornal dos Sports” o Maracanã não seria aonde é. O estádio seria construído em Jacarepaguá e com 60 mil pessoas - lembra o jornalista Mário Neto.

Quando Mário Filho morreu, vítima de um ataque cardíaco em setembro de 1966, amigos se mobilizaram para que o Maracanã fosse batizado com seu nome. Um mês depois, o desejo se tornou realidade. Nélson Rodrigues, mais uma vez,  cunhou uma nova e célebre frase sobre o irmão, de quem era fã confesso: “O maior estádio do mundo tem o seu nome. Pena que não o tenham enterrado lá. Com o Maracanã por túmulo, Mário Filho merecia que o velassem multidões imortais”.

MULTIMIDIA - ORKUT

Esta página é uma Contribuição do Moderador e membro da comunidade Oficial do Flamengo no Orkut, meu amigo Chiquinho que criou um Tópico com um conteúdo bem legal de links Multimidia pela Internet e que agora publico aqui na integra para todos os Leitores:

Multimídia do Flamengo\ Downloads e etc…

Bem Vindo ao Flamengo…

O Maior Conteúdo Online de História do Flamengo

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Vídeo Flamengo Incomparável

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Baú do Esporte - Fio Maravilha

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Flamengo 1912

Flamengo 1912
Em pé: Lawrence, Amarante, Píndaro, Baena,
Nery e Gallo. Sentados: Curiol, Arnaldo,
Zé Pedro, Miguel e Borgerth

Flamengo de 1932

Flamengo de 1932

Flamengo de 1943

Flamengo de 1943
Domingos da Guia. Jurandir. Newton. Biguá. Quirino e Jaime.Nilo. Zizinho. Pirilo. Perácio e Jarbas

Flamengo de 1944

Flamengo de 1944
Time Bi campeão de 1944

O 1º Tri campeonato do Flamengo

O 1º Tri campeonato do Flamengo
A 1º das estrelas do manto sagrado

Flamengo - 1950

Flamengo - 1950

Flamengo Campeão do Torneio início em 1952

Flamengo Campeão do Torneio in�cio em 1952
Em pé: Aristobulo. Jadir. Jordan. Antoninho.
Cido e Leone;Agachados: Aluisio. Neca.
Huguinho. Clovis e Zagalo

Parte da Equipe do 2º tri campeonato

Parte da Equipe do 2º tri campeonato

Famengo 1955

Famengo 1955

Flamengo 1959

Flamengo 1959

Flamengo 1961

Flamengo 1961

Flamengo 1970

Flamengo 1970

Flamengo de 1971

Flamengo de 1971

Time de Juniores de 1972

Time de Juniores de 1972
Cantarelli. Nei. Rondinelli. Paulinho. Léo e Vanderlei
Luxenburgo.Fidelis. Carlito. Rui Rei. Geraldo e Julio Cesar

Flamengo 1974

Flamengo 1974

Flamengo 1977

Flamengo 1977

Flamengo 1978

Flamengo 1978

Flamengo 1989

Flamengo 1989

Flamengo 1992

Flamengo 1992

A máquina destruidora …

A máquina destruidora ...

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Capas de Revista com Edições Históricas do Fla

Título: FLAMENGO 1981 - “O MELHOR DO MUNDO”

Editora: Lance

Ano: 2006

Sinopse: Revista comemorativa das Bodas de Prata - 25 anos da conquista dos dois maiores títulos da historia do clube (Libertadores e Mundial Interclubes). Relata a “ERA de OURO - 1978 a 1983″ que inicia em 1978 com a conquista com a conquista do Campeonato Carioca no gol de Rondineli, passando pelo terceiro TRI (78/79/79Esp.);Brasileiros de 80/82/83; Libertadores e Mundial; além dos Torneios Ramon de Carranza, Palma de Mallorca, Santander, etc.Cita também outras grandes conquistas fora deste período.

Título: Placar “As maiores torcidas - FLAMENGO”

Editora: Abril

Ano: 1979

Sinopse: Primeira revista de uma serie de revistas lançadas pela revista Placar com a história dos clubes de maior torcida do Brasil, com a história , grandes craques, títulos e curiosidades de cada clube.

Título: Placar “As maiores torcidas - FLAMENGO”

Editora: Abril

Ano: 1988

Sinopse: 3ª Revista da série maiores torcidas, contando a história do clube, seus grandes atletas, curiosidades e títulos.

Título: As 100 maiores fotos de Placar - FLAMENGO

Editora: Abril

Ano: 2002

Sinopse: Revista com as 100 maiores e melhores fotos da Placar sobre a história do Flamengo

Título: Placar 50 maiores times do Flamengo

Editora: Abril

Ano: 2000

Sinopse: Revista com a foto/pôster dos 50 maiores times do Flamengo de 1912 a 1999

Título: Placar - FLAMENGO Tetra Campeão Brasileiro 1987

Editora: Abril

Ano: 1987

Sinopse: Revista pôster do tetra campeonato brasileiro de 1987, com ficha técnica dos jogos e jogadores, a história da conquista e pôster gigante do time na decisão.